Há 2 dias
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Aprendi
O título, interessante e curioso: “Aprendi”... Dizia o seguinte:
Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.
Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos... depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi...
Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.
Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces... e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi...
Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser... e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.
Que os heróis são pessoas que fazem o que devem fazer “naquele” momento, independentemente do medo que sentem.
Aprendi que perdoar exige muita prática.
Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.
Aprendi...
Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando...
E que eu tenho que me acostumar com isso.
Que não é o bastante ser perdoado pelos outros... eu preciso me perdoar primeiro.
Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi...
Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.
Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver.
Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem, não significa que elas se amem.
Aprendi que, por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também.
Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.
E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.
Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
Com essa folha de papel eu aprendi que ainda tenho muito a aprender...
E você???
( Diógenes L. Oliveira )
Bela mensagem, não podia deixar de postá-la aqui!!Ela é muito parecida com o texto entitulado "Manual de Sobrevivência" que muitos dão como autor W. Shakespeare, mas que na verdade é de Veronica Shoffstall. Excelente semana a todos!!!
Toda essa super mensagem aí de cima foi retirada do meu mais novo blog de cabeceira: E Você? Tem Fome de Que?.
xxoo
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Aos Meus Amigos...
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus
amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus
amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
(Paulo Sant’Ana)
Outro texto que não é de quem eu pensava. Esse eu jurava que era do Vinícius. Foi o mesmo blog do post anterior que me esclareceu novamente.
Acontece que esse realmente meche comigo. Não tenho muitos amigos, porém os que tenho são realmente importantes para mim. Talvez por isso eu sinta um vazio sobrenatural dentro de mim, quando perco um deles. Graças a Deus isso não ocorre com freqüência... Na verdade só me recordo de ter realmente perdido dois amigos (com excessão daqueles que foram de mim separados pela distância, porém sei que estes ainda são meus amigos, mesmo que eles não lembrem de mim com a mesma freqüência com que me recordo deles), um está agora num plano superior, e outro foi perdido no dia 23 do último dezembro... Até pouco tempo ainda tinha esperança que houvesse sobrado alguma coisa da amizade, mas há pouco falei com ele ao telefone e percebi, infelizmente, que nada restou!
Enfim...
A vida continua. Saibam, meus amigos, que amo vocês demais. Lembrei-me agora daquela célebre frase: "Amigos são a família que a vida nos permitiu escolher"!
xxoo

Quase
Sarah Westphal
"Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
Muito interessante esse texto não? Para quem acha que já o conhecia, mas que não era dessa autora, não se engane, foi por conta desse "provável" autor que eu conheci o que vocês acabaram de ler.
Estava procurando no Blog Search por um texto do Veríssimo, quando me deparei com esta publicação daí, no blog E Você? Tem Fome de Que?. No post anterior o autor explicava que Luis Fernando Veríssimo havia ganhado até prêmio como autot desse texto, só que o próprio não sabia de quem ele era. É uma história bem interessante, tal como o blog de onde a tirei. Está super recomendado.
xxoo

Ah! Se Fosse Real...
Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso e se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o 1º e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Algo do céu te mandou um presente divino: O AMOR.
Se um dia tiverem que pedir perdão um ao outro por algum motivo e, em troca, receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.
Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas Lágrimas e enxugá-las com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer momento de sua vida.
Se você conseguir, em pensamento, sentir o cheiro da pessoa como se ela estivesse ali do seu lado...
Se você achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos emaranhados...
Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que está marcado para a noite...
Se você não consegue imaginar, de maneira nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...
Se você tiver a certeza que vai ver a outra envelhecendo e, assim, tiver a convicção que vai continuar louco por ela...
Se você preferir fechar os olhos, antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso e se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o 1º e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Algo do céu te mandou um presente divino: O AMOR.
Se um dia tiverem que pedir perdão um ao outro por algum motivo e, em troca, receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.
Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas Lágrimas e enxugá-las com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer momento de sua vida.
Se você conseguir, em pensamento, sentir o cheiro da pessoa como se ela estivesse ali do seu lado...
Se você achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos emaranhados...
Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que está marcado para a noite...
Se você não consegue imaginar, de maneira nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...
Se você tiver a certeza que vai ver a outra envelhecendo e, assim, tiver a convicção que vai continuar louco por ela...
Se você preferir fechar os olhos, antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida.
(Não descobri o autor)
Não é lindo este poema? Mentiroso, porém lindo. O título foi eu quem coloquei, pois ainda não sei sequer quem o escreveu, o encontrei fuçando em "Meus Documentos", minha mãe disse que recebeu "algo parecido" que era de Drummond. Se alguém tiver certeza de quem o escreveu, plis me avise.
xxoo
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Não Me Conte Seus Problemas
(Ivete Sangalo/Camila Sangalo)
(Ivete Sangalo/Camila Sangalo)
Então não me conte seus problemas
Que hoje eu quero paz
Eu quero amor
Então não me conte os seus problemas
Nada de tristeza nem de dor
Esse som bonito gostoso de se ver
Essa banda boa, correndo pelas mãos
Esse povo todo cantando para valer
Solte essa cabeça, acelere o coração
Hoje eu to querendo falar de coisa boa
Hoje eu to querendo gostar mais de você
O povo balançando, dando risada atoa
Hoje só não dança quem gosta de sofrer!
Então não me conte seus problemas
Que hoje eu quero paz, eu quero amor
Então não me conte seus problemas
Nada de tristeza nem de dor
Então não me conte seus problemas
Não quero saber!
Hoje eu quero paz, eu quero amor
Então não me conte seus problemas
Nada de tristeza nem de dor!
Veja bem tá tudo certo
Nós dois na avenida dançando de coração aberto
Veja bem Deus não perdoa
Vamos pensar positivo que essa vida é muito boa
Tá bom... Eu sei q a música é bestinha e tudo e tal...
Mas ela simboliza bem esse momento que eu tô passando. Eu quero curtir, quero brincar, quero aproveitar os meus amigos. Enfim... quero esquecer "tristeza, dor" e, principalmente, qualquer tipo de compromisso. Nada de me preocupar em falar com alguém, em saber onde e c/ qm ele tá, em ter q dizer à ele onde e c/ qm EU estou. Aff! Nada disso na minha vida!
Não q os meus últimos 04 anos (time q passei aprisionada nos 02 cárceres)tenham sido horríveis, ñ foi exatamente assim... Tm vezes q dá até saudade daquela coisinha boa de namorar, da intimidade da amizade, d ter sempre alguém c/ qm contar, a qm beijar, ter sempre um ombro p/ chorar etc.
Mas eu não quero isso mais p/ mim não. Quero viver!
E a música aí d cima tb me lembra esse fim de semana.
Verão Vida & Arte em Fortaleza!
Foi ótimo! Maravilhoso mesmo. Eu voltei aos meus 14 anos. Esse post estilo diário exemplifica isso. rsrsrs. Sei lá! Eu "desencarmei" sabe?!
Enfim...
Eu finalmente acho que "superei o trauma", como diz um amigo meu. Agora só falta o carnaval!!!
xxoo
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