Há um dia
segunda-feira, 28 de junho de 2010
SENSIBILIDADE MASCULINA!!!
Um homem estava em coma há algum tempo.
Sua esposa ficava à cabeceira dele dia e noite.
Até que um dia o homem acorda, faz um sinal para a mulher para se aproximar e sussurra-lhe:
Durante todos estes anos você esteve ao meu lado.
Quando me licenciei, você ficou comigo.
Quando a minha empresa faliu, só você ficou lá e me apoiou.
Quando perdemos a casa, você ficou perto de mim.
Quando perdemos o carro, também estava comigo.
E desde que fiquei com todos esses problemas de saúde, você nunca me abandonou.
Sabe de uma coisa?
Os olhos da mulher encheram-se de lágrimas:
Diz amor... .
.
.
.
.
.
.
.
Acho que você me dá azar!
Homem é um negócio ingrato mesmo...
Aff!
xxoo
O ''MENSALÃO'' DE TODOS NÓSPedro Paulo Rodrigues Cardoso de Melo Numa tarde de sexta-feira, recebi um telefonema de um amigo me convidando para ir a um churrasco na sua casa. Acontece que na naquela noite eu tinha que dar aula na faculdade. O problema é que eu queria ir ao
churrasco e, como solucionar o problema de uma forma que eu ganhasse nas duas frentes era o que eu tinha que fazer. Mas, como?
Bem, eu agi como, geralmente, todos nós agimos: fiz de conta que estava cumprindo com a minha obrigação quando, na verdade, fui de encontro à satisfação do meu prazer. O churrasco iria começar às oito horas da
noite e a aula às sete e meia. Ora, fui para a faculdade, registrei a aula, fiz a chamada e inventei uma aula de
leitura na biblioteca abandonando a turma. Depois, fui à outra turma (a que iria assistir aula depois do
intervalo) e fiz a mesma coisa. Depois disso, saí para o churrasco querendo acreditar que havia cumprido
religiosamente com o meu dever de professor. No churrasco, fiquei numa mesa com o dono da casa, que é
médico, o amigo que estava sendo homenageado, que é policial, um amigo do homenageado que é advogado e político e a sua esposa que é universitária e estuda no período da noite. Entre muita cerveja e pouca carne o assunto era um só: a roubalheira dos nossos políticos e a passividade da sociedade (todos nós) mediante a podridão do episódio do mensalão. Todos nós estávamos revoltados e propondo soluções para o melhor
funcionamento da máquina pública e para o resgate da ética entre a classe política. Num dado momento, o
telefone do dono da casa tocou e ele se afastou um pouco para atender. Cerca de um minuto depois ele
retornou à mesa e, com raiva, falou que "não dava para trabalhar com certas pessoas". O telefonema que ele havia recebido era do hospital. Naquela noite ele estava de plantão, mas ele já havia passado no trabalho.
Chegou cedo no hospital, visitou alguns pacientes e leu "por cima", os prontuários dos outros. Depois de uma hora foi para casa e deixou a seguinte recomendação: "só me liguem em caso de extrema emergência ou se aparecer pacientes particulares". Sendo assim, era um absurdo a enfermeira lhe telefonar só porque chegara
um senhor de sessenta e quatro anos de idade com suspeita de infarto. Ele "receitou" alguns medicamentos
pelo telefone e disse que a enfermeira podia retornar a ligação (se ela tivesse coragem para isso), caso
acontecesse alguma coisa. Na tentativa de aliviar o clima, perguntei ao amigo que estava recebendo a
homenagem se ele já havia feito a sua mudança. Ele respondeu que sim e, satisfeitíssimo, contou que a mesma não tinha lhe custado nada. Segundo ele, o dono de uma transportadora lhe havia retribuído "um favor", já
que ele, meses antes, tinha "resolvido" uns probleminhas de multas nos seus carros que poderiam lhe custar a habilitação e, até mesmo, a sua empresa!
De repente, a esposa do político liga para uma colega que estava assistindo aula para saber se tinha dado
certo "aquele plano". Ou seja, o plano da colega responder a chamada por ela enquanto ela estava no
churrasco, pois ela já estava "pendurada nas faltas" na disciplina em questão e não poderia, "por nada", ser
reprovada. E, toda feliz, sorriu com a assertiva da colega. O plano havia dado certo.
Em um outro momento, o anfitrião pergunta ao político como iria ficar o caso de uma determinada pessoa. E ele respondeu que tudo estava indo bem. O único problema era que na secretaria almejada já havia alguém
concursado ocupando cargo que tal pessoa pleiteava, mas que ele não se preocupasse, pois estavam
estudando uma medida legal (?) para transferir o "dito cujo" de função ou de setor para a vaga "do fulano" ser ocupada por ele. "Ele é um que não pode ficar de fora, pois foi comprometido com a gente até o fim",
finalizou. Em meio a tudo isso, não deixávamos de falar das CPI´s, da corrupção dos políticos e da cumplicidade da
sociedade que, apática, não movia uma palha para mudar nada. Chegando em casa fui pensar naquela noite e
em tudo o que havia presenciado. De repente, me dei conta que o escritor baiano João Ubaldo Ribeiro está
certo quando diz que "nós vivemos num ambiente de lassitude moral que se estende a todas as camadas da
sociedade e que esse negócio de dizer que as elites são corruptas mas que o povo é honesto é conversa
fiada. Nós somos um povo de comportamento desonesto de maneira geral, ou pelo menos um
comportamento pouco recomendável". O melhor era que eu não precisava pesquisar em nenhuma fonte bibliográfica para concordar com o escritor. A sua afirmação estava magistralmente retratada no meu comportamento e no comportamento dos meus
amigos naquela noite e naquele churrasco que eu havia freqüentado. Para começar, eu roubei o povo ao fazer de conta que estava dando aula quando na verdade não estava. Da mesma forma, como professor, eu estou surrupiando (roubando) a sociedade quando adoto como metodologia de ensino os tão conhecidos
seminários apenas para não dar aulas com a mentira disfarçada de desculpa bem intencionada de que os
alunos precisam treinar a arte de expressar bem as suas idéias. Isso pelo fato dessa afirmação não ser
verdade, mas parte de uma verdade maior. É lógico que os alunos precisam treinar a arte de bem expressar
as suas idéias, mas depois de serem ensinados e conduzidos pelo professor que, por sinal, é pago para fazer
isso. A verdade inteira é que, quase sempre por motivos pessoais, o professor acaba transformando o que
seria uma, de várias técnicas de ensino, em sua prática regular de ensino e o resultado é uma enorme massa
de estudantes "transfigurados", da noite para o dia, em professores dos professores que deviam ensinar, mas não ensinam. E o que dizer do anfitrião da festa? Do médico que estava "tirando plantão" e que, portanto,
estava ganhando o seu salário e reclamou por ser incomodado, apenas porque um senhor de idade estava
com suspeita de infarto?
Somos tão imersos na nossa convicção de que somos bons, quando na verdade não somos, que o médico
chegou a dizer que, se ao menos o ancião tivesse sido diagnosticado por um profissional, então ele se sentiria na obrigação de ir atendê-lo. Ele só esqueceu de um detalhe: se o plantonista do hospital que, por sinal era
ele, estivesse cumprindo o seu plantão, o senhor de sessenta e quatro anos de idade, casado, pai de seis
filhos, aposentado e que trabalhava desde os doze anos de idade e contribuía com a previdência há trinta,
talvez tivesse sido atendido por um profissional e não tivesse sofrido um derrame cerebral.
É interessante vermos, também, o caso da universitária, a defensora dos valores morais. E, aqui eu pergunto: quais valores seriam esses? O valor que nós damos ao "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço?"
O valor que depositamos nos nossos desejos pessoais e nas nossas vontades de uma maneira tão absoluta e absurda que, simplesmente, esquecemos que não vivemos sozinhos "nesse mundão de meu Deus?"
O valor que damos ao famoso jeitinho brasileiro que, não custa lembrar, só virou instituição nacional porque nós lhe damos vida com as nossas atitudes?
Sim, porque se formos honestos e verdadeiros com nós mesmos, somos obrigados a admitir que, no geral,
esses são os nossos valores porque é assim que nós somos e é assim que nós fazemos, com raríssimas
exceções. Os valores que almejamos como ideais, infelizmente, só existem no mundo das nossas idéias e/ou
como metas a serem atingidas pelos outros e não por nós.
No caso do policial, ele me mostrou uma coisa bastante óbvia: que é fácil fazer favores com o esforço que
não é nosso para sermos merecedores de créditos que também não nos pertencem, para depois declararmos que o nosso país é o país da impunidade, pois os outros, e não nós, são larápios da coisa pública. Por isso
que ele resolveu alguns problemas de um amigo onerando o erário, para ser recompensado depois. Ou seja, roubou o coletivo para ser beneficiado no particular. A mesma coisa se aplica ao político que, lembrando
mais uma vez, é também advogado, defensor da lei e da justiça. Pode? Vergonhosamente, pode sim.
E, a prova de que isso é verdade está na própria justiça que fazemos. Uma justiça que liberta uma jovem que confessa o planejamento e o assassinato dos pais baseado em um argumento que ninguém sabe qual é e
que, por mais legal que possa ser, é imoral e totalmente fora do bom senso; uma justiça que prende as
pessoas que filmaram e denunciaram um esquema de corrupção nos correios enquanto deixa em liberdade o corrupto que foi filmado recebendo propina; uma justiça que manda para as cadeias apenas os pobres e os
negros; uma justiça que sempre solta os ricos que são presos (quando são) e que é extremamente distante do povo que a mantém; uma justiça, enfim, injusta e, porque não dizer, muitas vezes criminosa.
Acredito que mais uma vez o Brasil passa por uma oportunidade de ouro para rever-se como país e sair
crescido e melhorado de toda essa crise. O grande problema está nas pessoas. Em mim, em você, nos
nossos familiares, colegas, amigos e inimigos, parentes e aderentes. Isso, porque, se quisermos realmente uma nação melhor temos que assumir que nós também somos recebedores do mensalão e que, portanto, cada
um de nós também é merecedor de sentar nas cadeiras da CPI. Recebemos o mensalão quando sonegamos
imposto, quando matamos aula e inventamos uma justificativa para não levarmos falta, quando faltamos ao
trabalho e fazemos de conta que não faltamos (como eu fiz) ganhando o que é indevido, quando copiamos
ou compramos CD´s piratas, quando pagamos propinas ao guarda de trânsito para ele não nos aplicar uma multa que ele deveria aplicar, enfim, todos nós, cada um a seu modo e com o seu preço, também é culpado, pessoalmente, por tudo isso que está acontecendo no nosso país.
Finalizando, é bom não esquecermos que os nossos políticos não vieram de Marte; não vieram de uma outra galáxia ou do céu, mas do nosso meio, um meio que é corrompido por nós, pois somos, também, corruptos e corruptores. É bom não esquecermos, de igual modo, que esse é o real motivo para a sociedade (nós)
assistir apática a toda essa decadência, pois no fundo, não é apatia, mas cumplicidade.
Nenhum de nós toma uma atitude de mudança porque acreditamos (ou temos a certeza) que se um dia
estivermos no lugar dos políticos, faremos a mesma coisa que eles fazem, aumentando o nosso mensalão.
Como disse Freud, "seríamos bem melhores se não quiséssemos ser tão bons", e ele estava certo. Bom seria se tivéssemos a honradez de olhar para essa verdade constantemente.
Não sei se já postei, but...
Vingança...
Toca o telefone...
- Alô.
- Alô, poderia falar com o responsável pela linha?
- Pois não, pode ser comigo mesmo.
- Quem fala, por favor?
- Edson.
- Sr. Edson, aqui é da Telefônica, estamos ligando para oferecer a promoção Telefônica linha adicional, onde o Sr. tem direito...
- Desculpe interromper, mas quem está falando?
- Aqui é Rosicleide Judite, da Telefônica, e estamos ligando...
- Rosicleide, me desculpe, mas para nossa segurança, gostaria de conferir alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser?
- ... bem, pode.
- De que telefone você fala? Meu bina não identificou.
- 103
- Você trabalha em que área, na Telefônica?
- Telemarketing Pró Ativo.
- Você tem número de matrícula na Telefônica?
- Senhor, desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.
- Então terei que desligar, pois não posso ter segurança que falo com uma funcionária da Telefônica.
- Mas posso garantir...
- Além do mais, sempre sou obrigado a fornecer meus dados a uma legião de atendentes sempre que tento falar com a Telefônica.
- Ok.... Minha matrícula é 34591212
- Só um momento enquanto verifico.
(Dois minutos)
- Só mais um momento.
(Cinco minutos)
- Senhor?
- Só mais um momento, por favor, nossos sistemas estão lentos hoje.
- Mas senhor...
- Pronto, Rosicleide, obrigado por haver aguardado. Qual o assunto?
- Aqui é da Telefônica, estamos ligando para oferecer a promoção linha adicional, onde o Sr. tem direito a uma linha adicional. O senhor está interessado, Sr. Edson?
- Rosicleide, vou ter que transferir você para a minha esposa, por que é ela que decide sobre alteração e aquisição de planos de telefones. Por favor, não desligue, pois essa ligação é muito importante para mim.
(coloco o telefone em frente ao aparelho de som, deixo a música Festa no Apê do Latino tocando no Repeat (eu sabia que um dia essa droga iria servir para alguma coisa!), depois de tocar a porra toda da musica, minha mulher atende:
- Obrigado por ter aguardado.... pode me dizer seu telefone pois meu bina não identificou..
- 103
- Com quem estou falando, por favor.
- Rosicleide
- Rosicleide de que?
- Rosicleide Judite (já demonstrando certa irritação na voz)
- Qual sua identificação na empresa..
- 34591212 (mais irritada ainda!)
- Obrigada pelas suas informações, em que posso ajudá-la?
- Aqui é da Telefônica, estamos ligando para oferecer a promoção linha adicional, onde a Sra. tem direito a uma linha adicional. A senhora está interessada?
- Vou abrir um chamado e em alguns dias entraremos em contato para dar um parecer, pode anotar o protocolo por favor.....alô, alô!
- TUTUTUTUTU...
- Desligou.... nossa que moça impaciente!
xxoo
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Muitíssimo engraçado!!!
Melhor aprsentação que eu já vi!!!
Melhor aprsentação que eu já vi!!!
xxoo
quarta-feira, 3 de março de 2010
Homens chamam mulheres para sair e não sabem o estresse que isso gera em nossas vidas. Saibam, rapazes, o que se passa nos bastidores...
Ele te chama para jantar. Você sorri: 'Claro, vamos sim'. Inferno na Terra. Você começa a se reprogramar mentalmente e pensar no que fazer
para estar impecável até lá; cancela até seus compromissos.
Começa a odisséia...Você pára de comer, claro. Tem que estar magra no dia do jantar e mulher sempre está gorda. Começa a dieta do queijo: ficar sem comer nada o dia inteiro e, quando sente que vai desmaiar, come uma fatia de queijo.
Fazer pé e mão. Homens perguntam: 'Por quê pé? Ela pode usar sapatos fechados?'. Lei de Murphy: Sempre dá merda...
Uma vez pensei assim e o infeliz me levou para um restaurante japonês daqueles em que tem que tirar o sapato para sentar naqueles tatames. Tomei no cu bonito! Tive que tirar o sapato com aquela sola do pé cracuda, esmalte semi-descascado e cutícula do tamanho de um champignon! Vai que ele te coloca em alguma outra situação impossível de prever que te obriga a tirar o sapato? Para nossa paz de espírito, melhor fazer mão é pé, até porque boa parte dessa raça tem uma tara bizarra por pé feminino. OBS: Isso me emputece. Passo horas na academia malhando minha bunda e o desgraçado vai reparar justamente onde? Na porra do pé! Isso é coisa de… Melhor mudar de assunto…
Hidratação, escova, chapinha, tintura, retoque de raiz, etc. Aí tem a depilação: perna, axila, virilha, sobrancelha, etc. Puta que pariu...
lá se vai mais uma hora (DOLORIDA) do seu dia.
Chegou o grande dia! Cedo tem a passadinha na academia para malhar desumanamente até quase cuspir o pulmão.
O Zé Ruela não disse onde ia levar a gente... Dilema: 'Será que estou bem vestida?...' Se te serve de consolo, ele não vai perceber.
Aliás, ele não vai perceber quase NADA. Você pode aparecer de Chanel ou enrolada em um pano qualquer. Eles não reparam em detalhes. Bom, pelo menos sabem dizer quando estamos bonitas (só não sabem o porquê). Mas, é como dizia Angie Dickinson: ‘Eu me visto para as mulheres e me dispo para os homens’. Não tem como, a gente se arruma, mesmo que eles não reparem.
Depois de passar rímel, a babaca fica separando cílio por cílio com palito de dente pra ficar com um olhar mais bonito...
Homens não entendem, mas tem dias que a gente acorda gorda. Sério! Ontem o corpo estava lindo, e hoje... PORCA! Juro que acontece. Você compra uma roupa para um evento. Na loja fica linda, mas na hora de sair fica uma merd*.
Se for um desses dias em que seu corpo está um c_ e o espelho de sacanagem com sua cara, você acaba com uma pilha de roupas em cima da cama, chorando e
gritando: 'EU NÃO TENHO ROOOOOUUUUUPAAAA'. Aí tem que refazer a maquiagem.
E quando você inventa de colocar aquela calça apertada e tem que deitar na cama e pedir para outro ser humano enfiar ela em você? Uma gracinha, já vai para o
jantar lacrada a vácuo. Se espirrar, a calça perfura o pâncreas.
Lingerie feminina ou é bonita, ou é confortável. Você quer usar sua calcinha de algodão, surradinha e confortável, mas totalmente ati-tesônica... Pensa: 'Eu não
vou dar para ele hoje mesmo, que se foooda'. 'Mas e se, mesmo sem dar para ele, eu subir uma escada e ele acabar vendo a minha calcinha...Broxará para todo o
sempre comigo...'.
Puta da vida, você tira sua calcinha amiga e coloca uma daquelas porras mínimas e rendadas, que vão ficar entrando na sua bunda a noite toda...
Você decide usar o sapato assassino. Lei de Murphy de novo... No meio da noite o animal solta um 'Sei que você adora dançar, vamos dançar! Ao dançar, você tenta
fazer parecer que as lágrimas são de emoção.
Uma vez um sapato me machucou tanto, que fiz um bilhete e colei nele, para lembrar de nunca mais usar!.
Pergunta masculina: Por quê você não deu o sapato?????
Porra... custou caro pra cacete. Vou guardar. Eu sei, eu sei, materialista do caralho. Vou voltar como besouro de esterco na próxima encarnação e comer muito
cocô para ver se evoluo espiritualmente! Mas por hora, o sapato fica!
Pronto! Você tá linda, apenas lutando mentalmente com o dilema 'Será que dou para ele? É o terceiro encontro, talvez eu deva dar... Começa a bater a
ansiedade. Liga para a melhor amiga e diz que não quer mais ir, que saír com homens é muito estressante e que quer voltar tartaruga na próxima encarnação.
Ela, coitada, escuta pacientemente e tenta te acalmar.
Agora imaginem se depois de tudo isso, o filho da puta liga e cancela o encontro? 'Surgiu um imprevisto, podemos remarcar?'. Gente, eu fico PUTA com isso! Não, não podemos remarcar. Tá louco?! A essas alturas, a dieta radical do queijo já faz com que você enxergue tudo turvo..
Eles acham que é simples, que a gente levantou da cama e foi direto pro carro deles, lindas desse jeito. Se fode aí, meu! Vem me buscar de maca, cadeira de
rodas, no soro, mas NUNCA desmarque com uma mulher. Só em caso de morte de pai ou mãe por AVC no trânsito. Mas isso foi só um pesadelo paranóico. Ele liga e
diz que está chegando. Você se perfuma, escova os dentes, entra no carro e ele sequer olha sua roupa. Não repara em NADA, nadinha... Acha que você é assim ao
natural e só diz: 'Hummm, tá cheirosa'.
Pior é quando ele tira sua calça junto com a calcinha e nem vê. Pois é, Minha amiga, você passou a noite toda com a rendinha atochada no rego (que por sinal
custou muito caro) para nada...
Homens, uma calcinha de marca custa o mesmo que um MP4!!
Favor tirar sem rasgar.
No meio da noite, já não sinto os dedos do pé, é o princípio de gangrena em função do sapato bico fino. Ele conta piadas e ri . Eu também estaria rindo se
não fosse essa calcinha intra-uterina raspando o colo do meu útero'.
Sinto meu estômago fagocitando meu fígado, mas só belisco a comida de leve, constrangida dele achar que eu como muito.
Para finalizar, veja quanto custa esse jantarzinho para nós, mulheres:
Roupa............... ......... ......... ......R$ 200,00
Lingerie.... ......... ......... ......... .....R$ 80,00
Maquiagem... ......... ......... ......... .R$ 50,00
Sapato...... ......... ......... .......... ....R$ 140,00
Depilação............. ......... ......... ....R$ 50,00
Mão e pé........... .......... ......... ......R$ 30,00
Perfume francês..... ...... ......... .....R$ 130,00 (se for o de 30 ml...)
Pílula anticoncepcional. ......... .......R$ 20,00
JOGANDO O VALOR PARA BAIXO, gastamos uns R$ 700,00. Entendem porquê o homem TEM QUE PAGAR A CONTA?
Tem mais: Os homens que nunca dão o primeiro passo (ou seja, ainda não entenderam o que é SER HOMEM em nossa sociedade), perdem o interesse em nós
quando tomamos a iniciativa. AGORA.... QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?
E antes de virem dizer que vocês também não nos entendem, segue logo a resposta:
'Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas.' (Vinicius de Moraes).
Ôh homenzinho sábio!!
(Não sei a autora mas eu AMEI)
xxoo
Assinar:
Postagens (Atom)




